Publicado por Anselmo A. Peretto em 28 jun, 2011 no Blog | 17 comentários
A Gestão do Conhecimento pode ser definida de diversas formas, que a grosso modo convergem em definições semelhantes, como: o conjunto de métodos e práticas que podem ser utilizadas com o intuito de buscar desde performance de processos até diferenciais competitivos, através da formalização da descoberta de conhecimentos e da correta manipulação estratégica das informações. A organização passa a conhecer e aproveitar melhor seus conhecimentos.
Ao contrário do que se imagina no dia-a-dia, não se implanta Gestão do Conhecimento em uma organização, mas sim ensina-se como identificá-la. Em suma, todas as organizações apresentam alguma Gestão de Conhecimento, porém ainda não sabem. Um dos vários objetivos da Gestão do Conhecimento é justamente permitir à organização saber o que ela sabe.
Na CISS não precisa dispender muito esforço e nem ter formação aprofundada na área para identificar dezenas de processos de Gestão do Conhecimento. O registro de chamados, arquivo organizado de e-mails, documentação dos sistemas e a universidade corporativa são exemplos internos de Gestão do Conhecimento. Eis que surge um marco separando o “antes” e o “depois” do despertar para o conhecimento.
Enquanto alguns estudiosos se dedicam as questões filosóficas da Gestão do Conhecimento, elucubrando definições e semeando discussões intelectuais, outros se dedicam as formas de se aplicar e se obter resultados efetivos com ela, através das melhores Práticas de Gestão do Conhecimento. Para as empresas, esta última se demonstra claramente, ser muito mais interessante.
As Práticas de Gestão do Conhecimento mais conhecidas são: Memória Organizacional, Comunidade de Prática, Universidade Corporativa e Gestão por Competências. Na CISS, os nomes Memória Organizacional e Universidade Corporativa podem não ser populares, mas suas práticas são aplicadas diariamente por muitos colaboradores.
A Memória Organizacional pode ser definida como o conjunto de métodos e práticas para se reter o conhecimento da organização para ser reutilizado em situações futuras. Um exemplo clássico é o simples ato de documentar um procedimento específico, transformando-o em informação, para reutilização futura.
A Universidade Corporativa, como o próprio nome já diz, busca a formação de seus colaboradores através de métodos e práticas pedagógicas específicas, buscando a maturidade técnica deles.
Fica claro que a Gestão do Conhecimento apresenta inúmeras ferramentas para auxiliar tanto organizações quanto indivíduos na busca de diferenciais competitivos e estratégicos para o voraz mercado de trabalho. Há quem diga que, Gestão do Conhecimento sem Inovação não é suficiente, porém este é um assunto para outro artigo.
Parabéns pelo excelente artigo Anselmo!
Muito obrigado Gizieli!
Parabéns Anselmo, é deste tipo de pensamento que a nossa realidade esta precisando. Juntos fazemos mais!
Obrigado Francilvio. Juntos fazemos não só mais, porém melhor!
ótima escolha para o artigo Anselmo, parabéns!!! É de muita importância que a evolução da empresa como um todo não fique apenas restrita a processos e procedimentos…o conhecimento é a essência!
Obrigado Leiri! Tens razão, pois algumas organizações apresentam uma tendência exacerbada em focar somente em processos, e acabam se esquecendo das pessoas, que são a real fonte do conhecimento.
Muito bom seu artigo Anselmo, algumas “coisas” ou processos sem ser evidenciados nunca são notados, eu vejo que a gestão do conhecimento é uma delas, podemos aplicá-la diariamente em todos os momentos sem nos dar conta disso. Com certeza este seu artigo nos faz refletir melhor o que estamos fazendo para plicar ou então melhorar a gestão individual ou ainda começar a aplicá-la.
Obrigado Lu! Conhecimento, para Nonaka e Takeushi, é “a crença produzida (ou sustentada) pela informação”. Ultimamente estou refletindo/estudando bastante sobre a qualidade destas informações. Sementes ruins geram plantas ruins. E plantas ruins geram frutos ruins. Vou estudar mais a fundo isso!
Parabéns. É importante saber que existem pessoas dentro da empresa com forte embasamento e experiência para liderar projetos na área de KM. A CISS só tem a ganhar!
Obrigado Tiago. Que nada, sou um mero aprendiz. Um dia eu chegarei lá!
Nossa, parabéns pelo artigo … ehehe meu tcc é sobre gestão de conhecimento aqui na CISS, estou fazendo os levantamentos para mapear …
Obrigado Lilian. Creio que seu TCC seja sobre Gestão por Competências, prática da Gestão do Conhecimento relacionada ao departamento de Gestão de Pessoas (RH), certo? Não tenho muita experiência nesta prática, porém sou entusiasta; quando terminá-lo quero lê-lo hein!
Excelente artigo Anselmo. Parabéns!
Obrigado Tati! Que tal um dia nós escrevermos sobre Gestão do Conhecimento e Universidade CISS?
Acho uma ótima idéia!
Muito interessante a aplicação da Gestão do Conhecimento aqui na CISS.
Gerar evidência de determinada situação para que em outro momento possa ser utilizada na resolução de algum problema é algo simples e fácil de fazer, basta querer e transformar em um hábito.
Além da nossa base do conhecimento, teria outra forma de gerar subsídios para a gestão do conhecimento?
Obrigado Koguta. Já existe um projeto em fase de elaboração e outros sendo cogitados. Porém estamos indo com bastante cautela, consolidando muito bem as bases, para que cada passo seja dado com sucesso. O terreno da Gestão do Conhecimento é um pouco irregular, se não nos atentarmos à direção correta e não tomarmos os devidos cuidados, tropeçaremos em burocracias e filosofias que ao final não trarão benefício algum para a organização.